Este projecto nasce com uma forte amizade que já dura para lá dos 10 anos, na altura jovens imberbes com aptidão para a cozinha. Contudo, a amizade cresceu, o gosto pelos cozinhados também, e cresceram também os quilos que a balança teima e mostrar. Numa das muitas e longas conversas que ao longo de todo este tempo foram tendo lugar mais ou menos com a mesma regularidade surge a ideia de criar um projecto. Inicialmente a ideia passava por algo diferente, o Miguel desde cedo teve o gosto pelos livros ao passo que o André por seu lado, a sua grande paixão sempre foi o vinho. Jovens e inocentes, cheios de sonhos e projectos, sempre pensaram em abrir uma livraria-café/bar onde os clientes pudessem entrar, sentar olhar a vista sobre o rio (Tejo ou Douro), pedir um copo de vinho e ler um pouco. Com o passar dos anos o projecto foi ficando na gaveta à espera da altura certa, sem nunca sabermos bem quando esta iria chegar, se é que vai chegar e deixar de ser um projecto/sonho. É graças a grande amizade existente que os dois vão partilhando confidências, desabafos e até receitas. A ultima das quais, é a do bolo de maçã. O André experimentou esta receita e partilhou-a com o Miguel, ele resolveu experimenta-la e adorou-a, ele e toda a gente que a provou. Assim, numa daquelas conversas pelo telefone, sonharam com o lançamento de um livro de receitas, mas no imediato o blog é o mais fácil de conseguir. Talvez um dia este blog saía da Web e ganhe a consistência física do papel.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Victoria Sponge Cake - Miguel

Olá a todos… Rachel Allen… para mim a rainha da doçaria britânica, os seus doces e receitas são tão encantadores como ela, descobri esta cozinheira por acaso no canal 24Kitchen, e é claro, não descansei enquanto não vi todos os episódios do seu programa: Doce Diário (“Rachel Allen’s Cake Diaries” no original), bem como espiolhei o seu site, facebook e os seus livros, posso dizer que aprendi muitas técnicas de doçaria e receitas com esta Senhora.

Passando agora ao Bolo, Victoria Sponge Cake, segundo o que andei a investigar, a sua origem parece que remonta ao Séc. XVIII, sendo que a primeira vez que saiu redigido em livro foi em 1874, pela mão de Isabella Beeton cujo a obra tinha o nome de “Mrs. Beeton's Cookery and Household Management”, também pelo que li este bolo era o favorito da Rainha Vitória, daí o nome Victoria Sponge Cake, este bolo foi durante anos e anos o favorito para ser servido no five o'clock tea, sendo um bolo elegante e que era maravilhosamente acompanhado com uma chávena de chá. Salão Nobre ou Casa Senhorial tinha de ter o seu Victoria Sponge Cake servido as 17h00 em ponto, elas vestidas e penteadas a preceito com as suas porcelanas importadas e talheres de prata degustavam este doce entre risadas sobre este ou aquele Nobre. Enquanto na outra sala os Nobres traçavam estratégias para próxima caçada, também se deliciando com esta maravilhosa iguaria.

Não querendo alongar muito mais, gostava apenas de vos deixar a informação que a receita foi retirada na íntegra das receitas de Rachel Allen, a única coisa que poderá ter sido alterada advém da adaptação da tradução que efetuei do inglês, espero que gostem.

Já agora, porque não com a chegada dos dias frios, num sábado ou domingo à tarde convidar amigos e fazer um five o'clock tea?! Eles vão adorar e querer repetir.


Ingredientes:
175g Manteiga (à temperatura ambiente)
175g Açúcar + 3 Colheres de Sopa de Açúcar
175g Farinha
3 Ovos
1 Colher de Chá de Fermento em pó
1 Colher de Sopa de Leite
1 Pacote de Natas (para bater)
1 Frasco de 375g Doce de Morango (ou amora, ou frutos silvestres…)

2 Formas de 18/20cm com abertura
Nota: Se não tiver 2 formas utilize apenas uma, terá apenas depois de cortar o bolo ao meio.

Confeção:
Pré-aqueça o forno a 180º.

Cubra o fundo das formas com papel vegetal e unte em seguida todo o seu interior.

Com a ajuda de uma batedeira elétrica (na velocidade máxima) bata a Manteiga até esta estar bem macia, adicione em seguida o Açúcar e volte a bater até obter uma mistura leve e fofa.

Numa tigela à parte bata os ovos, então, vá acrescentando gradualmente à mistura de manteiga, continuando sempre a bater, quando obter uma mistura bem homogénea acrescente o Leite e bata por mais um ou dois minutos.

Peneire a Farinha junto com o Fermento para dentro da taça do preparado e com a batedeira no mínimo (ou com a ajuda de uma espátula) envolva a farinha cuidadosamente na massa.

Divida a massa pelas duas formas espalhando-a com a ajuda de uma espátula, e leve-as em seguida ao forno cerca de 25 minutos ou até estar cozida.

Quando estiver cozido deixe arrefecer cerca de 10 minutos dentro da forma e em seguida desenforme e deixe arrefecer completamente.

Bata as natas com 2 ou 3 colheres de Açúcar (vá provando até ficar ao seu gosto).

Quando totalmente arrefecido coloque um dos bolos na forma de servir e com a ajuda de uma colher cubra com o doce espalhando-o uniformemente sem deixar transbordar, seguidamente deite por cima as natas batidas e repita o processo, coloque o outro bolo por cima (tipo tampa) e decore com Açúcar refinado ou em pó.

Et Voilà - Bon Appétit

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Cozinha Sentimental - Crónica II


… de Outubro de 2013

Qual é coisa qual é ela

Cortar lenha, esventrar e escalar peixe, picar legumes, cortar carne, esmagar alho (com o lado rombo da lâmina), cortar as unhas, afiar lápis, esculpir pauzinhos, matar porcos, fazer a barba (se for mantida suficientemente afiada) e saldar novas e velhas contas com os amigos.

Olá!

Conforme referido no meu primeiro desvario literário, há cerca de um mês, neste querido blogue, volto a colher inspiração no livro de Bee Wilson, A história da invenção na cozinha. A autora foi buscar este pedacinho de texto que pus aqui em cima às considerações de um antropólogo especialista na China. E.N. Anderson explicou à Bee que o cutelo é um exemplo perfeito do princípio «minimax»: utilização máxima para um mínimo de custo e de esforço.

Três considerações muito rápidas.

A primeira: É, chinês, este multi-utensílio que se chama, originalmente, tou, e que serve para cortar a torto e a direito, à fartazana, sem preocupações éticas, higiénicas, sem quaisquer pruridos de etiqueta social e/ou gastronómica. Pois, os chineses inventaram os pauzinhos para comerem muito delicadamente, para inglês ver, o produto do estropiado nos bastidores, fosse ele porco, peixe, alho ou… !??

A segunda: apenas para sublinhar que a primeira consideração não é propriamente uma consideração, mas um extrapolação irrefletida de uma mente imaginativa e insegura (aos poucos vocês vão ficando a conhecer-me: sou insegura, pronto. Sou.). Provavelmente, há pessoas que não usam o cutelo para fazer aquilo tudo! Nã…!?...

A terceira: muito bem. Multifunções para o cutelo e tal, corta, esfola e põe na mesa, tudo muito rápida e agilmente que a malta está esfomeada. Agora, saldar contas com os amigos? Com os amigos comemos, lavamos, esfregamos, desentupimos, choramos e rimos. Com os amigos cortamos na casaca, mas não fazemos strogonoff com eles! Senão não eram amigos (dahhh).

Moral da história: cutelo e canivete suíço, Oriente e Ocidente juntos na minimização de esforços e custos a bem do desenvolvimento económico mundial. Ora bem, negócio é negócio, amigos à parte.
Eu cá não os dispenso. Aos amigos, claro.

Até ao próximo sabor, nesta nossa cozinha sentimental, vivam bem, comam melhor!

Sissi

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Musse de Chocolate - Miguel

Olá a todos, hoje trago-vos uma receita que evoca a infância, não só pela receita que é, como pelo sabor da mesma.

Em conversa no escritório, num intervalinho de trabalho, dissertávamos sobre comidas e doces que devorávamos e adorávamos quando eramos catraios, até que se falou na famosa Musse de Chocolate, que foi, por unanimidade, o doce de eleição! Então, uma das minhas colegas falou da sua receita de musse, receita essa que já veio do livro de receitas da mãe dela. Claro está, não descansei até fazer a tal musse: aproveitando a ocasião do aniversario do filho de uns amigos, levei a famosa… Parece que miúdos e graúdos adoraram a musse, e, aqui entre nós, é fácil, fácil de fazer!

Boas guloseimas…



Ingredientes:
6 Ovos
6 Colheres de Sopa de Açúcar
2 Colheres de Sopa de Leite
50g de Manteiga
1 Tablete de Chocolate de Culinária – 200gr (de boa qualidade)

Preparação:
Comece por partir em pedaços pequenos a tablete de chocolate.
Separe as Gemas das Claras (pode colocar as Gemas e as Claras já nas taças próprias para bater).

Confeção:
Em banho-maria derreta o Chocolate juntamente com a Manteiga envolvendo bem os ingredientes. Quando derretido, acrescente as colheres de Leite e volte a envolver.

Com a batedeira bata o Açúcar junto com as gemas, quando obtiver um creme bem homogéneo acrescente o Chocolate derretido e volte a bater todos os ingredientes até formar um creme.

Bata as claras em castelo e, assim que estiverem bem batidas, envolva-as suavemente no creme de Chocolate. Coloque numa taça e leve ao frigorífico até à hora de servir.

Et Voilà - Bon Appétit

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Molho Bechamel – Miguel

Olá a todos, hoje quero deixar-vos a minha receita de Molho Bechamel, a receita não é da minha autoria mas sim do meu pai, esta é a receita que vi o meu pai fazer durante anos e anos, fica delicioso.

Espero que gostem…


Ingredientes:
1 Ovo
1l de leite
1 Colher de café de Sal
1 Colher de sopa de manteiga
1 Colher de café de Noz-moscada
2 Colheres de sopa de Farinha Maizena  (amido de milho)

Confeção:

Coloque o Leite em lume brando, quando já estiver quente retire uma concha para uma tigela e acrescente a Farinha, com a ajuda de um garfo desfaça a Farinha de modo a que não forme grumos, adicione-o em seguida ao restante Leite e junte a Noz-Moscada, o Sal e a Manteiga.

Vá sempre mexendo com uma vara de arames para que engrosse e a Farinha coza.

Bata o Ovo numa tijela e acrescente-o ao molho  em fio, lentamente, mexendo sempre para que o Ovo não coza, depois vá continuando a mexer até que o molho ganhe a consistência pretendida, sempre em lume brando.

Vá retificando os temperos.

Et Voila – Bon Apeptit

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Tarte de Amêndoas - Miguel

Olá a todos, a receita que hoje gostaria de partilhar convosco é a receita de Tarte de Amêndoas da minha mãe. Esta receita já serviu muitas festas e aniversários, amigos e familiares não se cansam de a provar, é extremamente simples de fazer e sai quase sempre bem, basta estar atento enquanto se faz a tarte.

Não vos poderei falar sobre a origem da receita, pois já nem ela sabe quem lha deu, foi feita e adaptada tantas vezes que me atreveria a dizer que esta receita é original dela.

Uma tarte que sabe bem em dias frios com um belo chá, ou no verão com um refresco. Espero que gostem!


Ingredientes:

Base:
200g de Açúcar
200g Manteiga
2 Ovos
3 Colheres de Sopa de Leite
200g Farinha

Creme:
100g Açúcar
100g Manteiga
125g Amêndoas Palitadas
5 Colheres de Sopa de Leite

Pré-aqueça o forno a 180º.

Preparação da Base:

De preferência com uma batedeira numa velocidade alta, comece por bater a Manteiga até obter um creme, em seguida acrescente o Açúcar e bata novamente até o Açúcar se dissolver na manteiga, acrescente agora um Ovo de cada vez, batendo bem todos os ingredientes (se tiver uma batedeira com taça incorporada não necessita de desligar a batedeira), adicione o leite, continuando a bater. Após obter um creme bem aveludado, coloque a velocidade da batedeira no mínimo e vá acrescentado a farinha aos poucos (se bater a farinha numa velocidade muito alta o bolo terá tendência a ficar rijo e seco).

Numa tarteira antiaderente ou untada com manteiga, acrescente a base e leve ao forno 10/20 minutos ou até a mesma ficar cozida e dourada (ver segunda imagem).

Preparação do Creme:

Num tacho, coloque em lume brando todos os ingredientes (Açúcar, Manteiga, Amêndoas e o Leite), envolva tudo muito bem. Quando começar a ferver, deixe cozinhar por 3/4 minutos, mexendo sempre (atenção que o lume não deverá estar demasiado alto!).

Confeção da Tarte:

Quando a Base estiver cozida, acrescente o Creme (ver segunda imagem) e leve ao forno durante cerca de 10 a 15 minutos, ou até o creme ficar dourado.

Et Voilà - Bon Appétit

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Frango Garam Masala - Miguel

Olá a todos, se me perguntarem se esta é uma receita original indiana, dir-vos-ei que não, por isso, peço desde já desculpa aos amantes e seguidores de cozinha indiana, pois esta receita foi 100% inventada por mim. Assim, não vos poderei afirmar que esta é uma receita adaptada da cozinha indiana.

Sendo eu fanático por especiarias, tenho em casa dezenas de frasquinhos com caril, canela, cardamomo, sementes de coentros, noz-moscada… e sempre que passo por uma loja de especiarias não resisto a comprar uma novidade lá para casa. Aliás, tenho alguns amigos que brincam comigo, pois quando viajo, além de trazer os típicos souvenirs para o frigorífico, venho sempre carregado com especiarias, molhos, ervas aromáticas, e até já trouxe utensílios de cozinha!

Na semana passada, quando andava a passear pela Baixa de Lisboa, descobri uma loja que vendia todo o tipo de especiarias, e então, como não podia deixar de ser, comprei um saquinho de Garam Masala.

Claro que estava em pulgas para as utilizar, dai então surgiu esta receita de Frango Gram Masala à minha maneira. Espero que gostem…



Ingredientes:
1 Frango
1 Cebola grande
3 Dentes de Alho
½ Copo de Água
1 Folha de Louro
Sal e Azeite qb
1 Lata de Leite de Coco
Coentros (a gosto)
1 Malagueta (opcional, eu não coloquei)
2 Colheres de Sopa de polpa de Tomate
1 Colher de Chá de Amido de Milho (Farinha Maisena - opcional)
2 Colheres de Sobremesa de mistura Garam Masala (coloque a quantidade a gosto)

Preparação:
Comece por cortar o Frango em pedaços não muito grandes (Pode sempre optar por pedir no talho que lhe partam logo o Frango, eu cortei em casa), lave a folha do Louro e pique finamente a Cebola e os Alhos.

Confeção:
Num tacho largo (eu usei um tacho de barro) adicione o Azeite, o Louro, as Cebolas e os Alhos, deixe refogar em lume médio, quando estiver refogado adicione a Polpa de Tomate, o sal e deixe cozinhar uns minutos.

Acrescente em seguida o Frango mexendo bem para que todos os sabores se envolvam, deixe que o frango cozinhe lentamente, se necessário acrescente meio copo de água, quando o frango estiver mais ou menos a meio da cozedura acrescente o leite de coco (pode parecer que está muito liquido, mas nesta receita o molho é o mais saboroso), evite mexer com a colher de pau, simplesmente agite a panela para que o frango não se desfaça, deixe levantar fervura e deixe cozinhar uns cinco a sete minutos, agitando de quando em vez, acrescente as colheres Garam Masala, coentros frescos e a malagueta (opcional), volte a agitar bem a panela e deixe cozinhar mais uns minutos.

Se achar que está demasiado liquido, numa tijela à parte retire uma concha de caldo do tacho e desfaça uma colher de chá de Amido de Milho, acrescente depois ao frango e deixe a farinha cozinhar, (eu acrescentei a farinha para que o molho pudesse ficar mais cremoso, o Amido de Milho não vai alterar o sabor final).

Quando o frango estiver cozinhado, deixe repousar uns minutos e sirva com coentros frescos por cima, acompanhado com um Arroz basmati.

Et Voilà - Bon Appétit

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Sopa de Peixe - Miguel

Olá a todos, a receita que hoje gostaria de partilhar com vocês provém da vontade que tinha já há algum tempo de fazer Sopa de Cação, já que o meu pai fala muita vez da maravilhosa Sopa de Cação que comeu em tempos no Alentejo! Confesso que não lhe consegui fazer a famosa sopa, uma vez que não encontrei Cação, nem no mercado da minha zona, quer no supermercado!... Mas, quando perguntei na peixaria do mercado sobre um peixe bom para o efeito, a senhora disse-me para levar Tintureira, que seria muito similar e que faria uma sopa de peixe igualmente boa.

Aproveitei que me torceram um raminho de Poejos do Alentejo e lancei mãos à obra! Investiguei em vários sites e blogues sobre uma receita de sopa de Cação mas, infelizmente, não houve nenhuma que me satisfizesse a 100%... Assim, esta minha receita de Sopa de Peixe advém da junção e da adaptação das várias receitas que consultei.

Espero que gostem…


Ingredientes:

4 Postas de Tintureira
1 Folha de Louro
2 Gemas
1 Litro de Água
1 Cebola grande
3 Dentes de Alho
1 Colher de sopa de Farinha
2 Colher de chá de vinagre
Pão Alentejano (fatiado) q.b.
Sumo de um Limão
Azeite, Sal, Pimenta, Poejos (ou coentros) qb

Confeção:

Numa panela, adicione a Água, um fio de Azeite, Sal e a Tintureira. Quando começar a ferver, deixe em lume brando cerca de 5/7 minutos ou até o peixe estar no ponto. Quando estiver cozido, com a ajuda de uma escumadeira, retire a tintureira e reserve.

Entretanto pique a Cebola e os dentes de Alho, em seguida, num outro tacho (eu usei um tacho de barro), coloque mais ou menos quatro colheres de sopa de Azeite, a Cebola e os Alhos finamente picados e a folha de Louro. Ligue o lume e faça um refogado ligeiro, acrescentando de seguida metade da Água de cozer a tintureira e um raminho de Poejos.

Enquanto o preparado anterior não ferve, numa tijela junte a Farinha, as colheres de Vinagre e uma concha da Água de cozer a tintureira e com a ajuda de uma vara de arames desfaça bem a farinha. Adicione de seguida ao tacho da sopa e deixe cozinhar a farinha fervendo sempre em lume brando, uns minutos. Vá agora adicionando aos poucos o restante caldo de cozer o peixe.

Entretanto, numa outra tijela desfaça as gemas numa concha de sopa e acrescente à sopa, deixe cozinhar mais uns cinco minutos e retifique os temperos.

Torre as fatias de pão e vá dispondo-as num pirex fundo, coloque o peixe por cima do pão e verta a sopa em seguida, regue com sumo de limão a gosto e embeleze com um raminho de poejos por cima. (ver montagem abaixo)

Et Voilà - Bon Appétit