Este projecto nasce com uma forte amizade que já dura para lá dos 10 anos, na altura jovens imberbes com aptidão para a cozinha. Contudo, a amizade cresceu, o gosto pelos cozinhados também, e cresceram também os quilos que a balança teima e mostrar. Numa das muitas e longas conversas que ao longo de todo este tempo foram tendo lugar mais ou menos com a mesma regularidade surge a ideia de criar um projecto. Inicialmente a ideia passava por algo diferente, o Miguel desde cedo teve o gosto pelos livros ao passo que o André por seu lado, a sua grande paixão sempre foi o vinho. Jovens e inocentes, cheios de sonhos e projectos, sempre pensaram em abrir uma livraria-café/bar onde os clientes pudessem entrar, sentar olhar a vista sobre o rio (Tejo ou Douro), pedir um copo de vinho e ler um pouco. Com o passar dos anos o projecto foi ficando na gaveta à espera da altura certa, sem nunca sabermos bem quando esta iria chegar, se é que vai chegar e deixar de ser um projecto/sonho. É graças a grande amizade existente que os dois vão partilhando confidências, desabafos e até receitas. A ultima das quais, é a do bolo de maçã. O André experimentou esta receita e partilhou-a com o Miguel, ele resolveu experimenta-la e adorou-a, ele e toda a gente que a provou. Assim, numa daquelas conversas pelo telefone, sonharam com o lançamento de um livro de receitas, mas no imediato o blog é o mais fácil de conseguir. Talvez um dia este blog saía da Web e ganhe a consistência física do papel.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Guerra das Panelas - André

Muito se tem falado sobre a guerra das panelas. Esta luta titânica entre a Bimby e a Yämmi. Pois escrevo a dar o meu testemunho.

Comprei recentemente a Yämmi e posso dizer que estou muito satisfeito. Cansei-me de esperar que saísse a máquina do Pingo Doce, para poder comparar, e decidi comprar a do Continente. Conheço bem a Bimby porque já tive oportunidade de trabalhar com ela, por isso sei bem o que vale. Por várias vezes pensei em comprar uma mas o fator preço foi sempre um entrave à compra.



Pois bem, passo a detalhar um pouco a minha opinião em relação à minha aquisição. Toda gente fala do facto de a Yämmi não ter balança incorporada. A mim, não me faz grande diferença, sou sincero. Com ela vem uma balança à parte que, a meu ver, cumpre bem a sua função. Penso que a única vantagem da balança incorporada é, somente, não ter que tirar o copo do corpo da máquina para tarar (pesar o recipiente antes de proceder à pesagem do conteúdo).

A outra grande diferença é a lâmina. Já sabemos que a Bimby tem uma lâmina XPTO, única, que pica/mói/rala/amassa, … Ao passo que a Yämmi tem duas lâminas distintas. É verdade que não é la muito prático. Eu, que sou preguiçoso, uso sempre a mesma. Obviamente, tento perceber que tipo de receita irei fazer e adapto a lâmina ao cozinhado. Posso dizer que no outro dia quis fazer umas batatas gratinadas que viraram puré… é verdade! Mas, pensando um pouco melhor, vi que poderia ter colocado a borboleta (a outra lâmina da Yämmi ) e a coisa tinha-se composto… Assim, e com a lâmina de corte colocada, experimentei fazer um caril de frango. Usei a mesma lâmina do início ao fim do cozinhado. Sendo que, a dada altura, juntei-lhe a borboleta e, claro esta, a carne não virou picadinho.

Para mim, uma das maneira de suprir esta limitação é comprar outro copo. Assim coloco uma lâmina num copo e a outra lâmina no outro copo… por várias vezes ouvi várias defensoras da Bimby dizer que outro copo daria muito jeito. Eu que tenho Yämmi, digo o mesmo…

Em jeito de conclusão, posso dizer que acho a Bimby ótima e, em boa verdade, gostava de ter uma. No entanto, acho um absurdo dar tanto dinheiro por uma máquina deste tipo, principalmente agora que existe no mercado uma alternativa que, a meu ver, cumpre a mesma função. Não estou nada arrependido. Bem pelo contrário…

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Victoria Sponge Cake - Miguel

Olá a todos… Rachel Allen… para mim a rainha da doçaria britânica, os seus doces e receitas são tão encantadores como ela, descobri esta cozinheira por acaso no canal 24Kitchen, e é claro, não descansei enquanto não vi todos os episódios do seu programa: Doce Diário (“Rachel Allen’s Cake Diaries” no original), bem como espiolhei o seu site, facebook e os seus livros, posso dizer que aprendi muitas técnicas de doçaria e receitas com esta Senhora.

Passando agora ao Bolo, Victoria Sponge Cake, segundo o que andei a investigar, a sua origem parece que remonta ao Séc. XVIII, sendo que a primeira vez que saiu redigido em livro foi em 1874, pela mão de Isabella Beeton cujo a obra tinha o nome de “Mrs. Beeton's Cookery and Household Management”, também pelo que li este bolo era o favorito da Rainha Vitória, daí o nome Victoria Sponge Cake, este bolo foi durante anos e anos o favorito para ser servido no five o'clock tea, sendo um bolo elegante e que era maravilhosamente acompanhado com uma chávena de chá. Salão Nobre ou Casa Senhorial tinha de ter o seu Victoria Sponge Cake servido as 17h00 em ponto, elas vestidas e penteadas a preceito com as suas porcelanas importadas e talheres de prata degustavam este doce entre risadas sobre este ou aquele Nobre. Enquanto na outra sala os Nobres traçavam estratégias para próxima caçada, também se deliciando com esta maravilhosa iguaria.

Não querendo alongar muito mais, gostava apenas de vos deixar a informação que a receita foi retirada na íntegra das receitas de Rachel Allen, a única coisa que poderá ter sido alterada advém da adaptação da tradução que efetuei do inglês, espero que gostem.

Já agora, porque não com a chegada dos dias frios, num sábado ou domingo à tarde convidar amigos e fazer um five o'clock tea?! Eles vão adorar e querer repetir.


Ingredientes:
175g Manteiga (à temperatura ambiente)
175g Açúcar + 3 Colheres de Sopa de Açúcar
175g Farinha
3 Ovos
1 Colher de Chá de Fermento em pó
1 Colher de Sopa de Leite
1 Pacote de Natas (para bater)
1 Frasco de 375g Doce de Morango (ou amora, ou frutos silvestres…)

2 Formas de 18/20cm com abertura
Nota: Se não tiver 2 formas utilize apenas uma, terá apenas depois de cortar o bolo ao meio.

Confeção:
Pré-aqueça o forno a 180º.

Cubra o fundo das formas com papel vegetal e unte em seguida todo o seu interior.

Com a ajuda de uma batedeira elétrica (na velocidade máxima) bata a Manteiga até esta estar bem macia, adicione em seguida o Açúcar e volte a bater até obter uma mistura leve e fofa.

Numa tigela à parte bata os ovos, então, vá acrescentando gradualmente à mistura de manteiga, continuando sempre a bater, quando obter uma mistura bem homogénea acrescente o Leite e bata por mais um ou dois minutos.

Peneire a Farinha junto com o Fermento para dentro da taça do preparado e com a batedeira no mínimo (ou com a ajuda de uma espátula) envolva a farinha cuidadosamente na massa.

Divida a massa pelas duas formas espalhando-a com a ajuda de uma espátula, e leve-as em seguida ao forno cerca de 25 minutos ou até estar cozida.

Quando estiver cozido deixe arrefecer cerca de 10 minutos dentro da forma e em seguida desenforme e deixe arrefecer completamente.

Bata as natas com 2 ou 3 colheres de Açúcar (vá provando até ficar ao seu gosto).

Quando totalmente arrefecido coloque um dos bolos na forma de servir e com a ajuda de uma colher cubra com o doce espalhando-o uniformemente sem deixar transbordar, seguidamente deite por cima as natas batidas e repita o processo, coloque o outro bolo por cima (tipo tampa) e decore com Açúcar refinado ou em pó.

Et Voilà - Bon Appétit

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Cozinha Sentimental - Crónica II


… de Outubro de 2013

Qual é coisa qual é ela

Cortar lenha, esventrar e escalar peixe, picar legumes, cortar carne, esmagar alho (com o lado rombo da lâmina), cortar as unhas, afiar lápis, esculpir pauzinhos, matar porcos, fazer a barba (se for mantida suficientemente afiada) e saldar novas e velhas contas com os amigos.

Olá!

Conforme referido no meu primeiro desvario literário, há cerca de um mês, neste querido blogue, volto a colher inspiração no livro de Bee Wilson, A história da invenção na cozinha. A autora foi buscar este pedacinho de texto que pus aqui em cima às considerações de um antropólogo especialista na China. E.N. Anderson explicou à Bee que o cutelo é um exemplo perfeito do princípio «minimax»: utilização máxima para um mínimo de custo e de esforço.

Três considerações muito rápidas.

A primeira: É, chinês, este multi-utensílio que se chama, originalmente, tou, e que serve para cortar a torto e a direito, à fartazana, sem preocupações éticas, higiénicas, sem quaisquer pruridos de etiqueta social e/ou gastronómica. Pois, os chineses inventaram os pauzinhos para comerem muito delicadamente, para inglês ver, o produto do estropiado nos bastidores, fosse ele porco, peixe, alho ou… !??

A segunda: apenas para sublinhar que a primeira consideração não é propriamente uma consideração, mas um extrapolação irrefletida de uma mente imaginativa e insegura (aos poucos vocês vão ficando a conhecer-me: sou insegura, pronto. Sou.). Provavelmente, há pessoas que não usam o cutelo para fazer aquilo tudo! Nã…!?...

A terceira: muito bem. Multifunções para o cutelo e tal, corta, esfola e põe na mesa, tudo muito rápida e agilmente que a malta está esfomeada. Agora, saldar contas com os amigos? Com os amigos comemos, lavamos, esfregamos, desentupimos, choramos e rimos. Com os amigos cortamos na casaca, mas não fazemos strogonoff com eles! Senão não eram amigos (dahhh).

Moral da história: cutelo e canivete suíço, Oriente e Ocidente juntos na minimização de esforços e custos a bem do desenvolvimento económico mundial. Ora bem, negócio é negócio, amigos à parte.
Eu cá não os dispenso. Aos amigos, claro.

Até ao próximo sabor, nesta nossa cozinha sentimental, vivam bem, comam melhor!

Sissi

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Musse de Chocolate - Miguel

Olá a todos, hoje trago-vos uma receita que evoca a infância, não só pela receita que é, como pelo sabor da mesma.

Em conversa no escritório, num intervalinho de trabalho, dissertávamos sobre comidas e doces que devorávamos e adorávamos quando eramos catraios, até que se falou na famosa Musse de Chocolate, que foi, por unanimidade, o doce de eleição! Então, uma das minhas colegas falou da sua receita de musse, receita essa que já veio do livro de receitas da mãe dela. Claro está, não descansei até fazer a tal musse: aproveitando a ocasião do aniversario do filho de uns amigos, levei a famosa… Parece que miúdos e graúdos adoraram a musse, e, aqui entre nós, é fácil, fácil de fazer!

Boas guloseimas…



Ingredientes:
6 Ovos
6 Colheres de Sopa de Açúcar
2 Colheres de Sopa de Leite
50g de Manteiga
1 Tablete de Chocolate de Culinária – 200gr (de boa qualidade)

Preparação:
Comece por partir em pedaços pequenos a tablete de chocolate.
Separe as Gemas das Claras (pode colocar as Gemas e as Claras já nas taças próprias para bater).

Confeção:
Em banho-maria derreta o Chocolate juntamente com a Manteiga envolvendo bem os ingredientes. Quando derretido, acrescente as colheres de Leite e volte a envolver.

Com a batedeira bata o Açúcar junto com as gemas, quando obtiver um creme bem homogéneo acrescente o Chocolate derretido e volte a bater todos os ingredientes até formar um creme.

Bata as claras em castelo e, assim que estiverem bem batidas, envolva-as suavemente no creme de Chocolate. Coloque numa taça e leve ao frigorífico até à hora de servir.

Et Voilà - Bon Appétit

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Molho Bechamel – Miguel

Olá a todos, hoje quero deixar-vos a minha receita de Molho Bechamel, a receita não é da minha autoria mas sim do meu pai, esta é a receita que vi o meu pai fazer durante anos e anos, fica delicioso.

Espero que gostem…


Ingredientes:
1 Ovo
1l de leite
1 Colher de café de Sal
1 Colher de sopa de manteiga
1 Colher de café de Noz-moscada
2 Colheres de sopa de Farinha Maizena  (amido de milho)

Confeção:

Coloque o Leite em lume brando, quando já estiver quente retire uma concha para uma tigela e acrescente a Farinha, com a ajuda de um garfo desfaça a Farinha de modo a que não forme grumos, adicione-o em seguida ao restante Leite e junte a Noz-Moscada, o Sal e a Manteiga.

Vá sempre mexendo com uma vara de arames para que engrosse e a Farinha coza.

Bata o Ovo numa tijela e acrescente-o ao molho  em fio, lentamente, mexendo sempre para que o Ovo não coza, depois vá continuando a mexer até que o molho ganhe a consistência pretendida, sempre em lume brando.

Vá retificando os temperos.

Et Voila – Bon Apeptit

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Tarte de Amêndoas - Miguel

Olá a todos, a receita que hoje gostaria de partilhar convosco é a receita de Tarte de Amêndoas da minha mãe. Esta receita já serviu muitas festas e aniversários, amigos e familiares não se cansam de a provar, é extremamente simples de fazer e sai quase sempre bem, basta estar atento enquanto se faz a tarte.

Não vos poderei falar sobre a origem da receita, pois já nem ela sabe quem lha deu, foi feita e adaptada tantas vezes que me atreveria a dizer que esta receita é original dela.

Uma tarte que sabe bem em dias frios com um belo chá, ou no verão com um refresco. Espero que gostem!


Ingredientes:

Base:
200g de Açúcar
200g Manteiga
2 Ovos
3 Colheres de Sopa de Leite
200g Farinha

Creme:
100g Açúcar
100g Manteiga
125g Amêndoas Palitadas
5 Colheres de Sopa de Leite

Pré-aqueça o forno a 180º.

Preparação da Base:

De preferência com uma batedeira numa velocidade alta, comece por bater a Manteiga até obter um creme, em seguida acrescente o Açúcar e bata novamente até o Açúcar se dissolver na manteiga, acrescente agora um Ovo de cada vez, batendo bem todos os ingredientes (se tiver uma batedeira com taça incorporada não necessita de desligar a batedeira), adicione o leite, continuando a bater. Após obter um creme bem aveludado, coloque a velocidade da batedeira no mínimo e vá acrescentado a farinha aos poucos (se bater a farinha numa velocidade muito alta o bolo terá tendência a ficar rijo e seco).

Numa tarteira antiaderente ou untada com manteiga, acrescente a base e leve ao forno 10/20 minutos ou até a mesma ficar cozida e dourada (ver segunda imagem).

Preparação do Creme:

Num tacho, coloque em lume brando todos os ingredientes (Açúcar, Manteiga, Amêndoas e o Leite), envolva tudo muito bem. Quando começar a ferver, deixe cozinhar por 3/4 minutos, mexendo sempre (atenção que o lume não deverá estar demasiado alto!).

Confeção da Tarte:

Quando a Base estiver cozida, acrescente o Creme (ver segunda imagem) e leve ao forno durante cerca de 10 a 15 minutos, ou até o creme ficar dourado.

Et Voilà - Bon Appétit

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Frango Garam Masala - Miguel

Olá a todos, se me perguntarem se esta é uma receita original indiana, dir-vos-ei que não, por isso, peço desde já desculpa aos amantes e seguidores de cozinha indiana, pois esta receita foi 100% inventada por mim. Assim, não vos poderei afirmar que esta é uma receita adaptada da cozinha indiana.

Sendo eu fanático por especiarias, tenho em casa dezenas de frasquinhos com caril, canela, cardamomo, sementes de coentros, noz-moscada… e sempre que passo por uma loja de especiarias não resisto a comprar uma novidade lá para casa. Aliás, tenho alguns amigos que brincam comigo, pois quando viajo, além de trazer os típicos souvenirs para o frigorífico, venho sempre carregado com especiarias, molhos, ervas aromáticas, e até já trouxe utensílios de cozinha!

Na semana passada, quando andava a passear pela Baixa de Lisboa, descobri uma loja que vendia todo o tipo de especiarias, e então, como não podia deixar de ser, comprei um saquinho de Garam Masala.

Claro que estava em pulgas para as utilizar, dai então surgiu esta receita de Frango Gram Masala à minha maneira. Espero que gostem…



Ingredientes:
1 Frango
1 Cebola grande
3 Dentes de Alho
½ Copo de Água
1 Folha de Louro
Sal e Azeite qb
1 Lata de Leite de Coco
Coentros (a gosto)
1 Malagueta (opcional, eu não coloquei)
2 Colheres de Sopa de polpa de Tomate
1 Colher de Chá de Amido de Milho (Farinha Maisena - opcional)
2 Colheres de Sobremesa de mistura Garam Masala (coloque a quantidade a gosto)

Preparação:
Comece por cortar o Frango em pedaços não muito grandes (Pode sempre optar por pedir no talho que lhe partam logo o Frango, eu cortei em casa), lave a folha do Louro e pique finamente a Cebola e os Alhos.

Confeção:
Num tacho largo (eu usei um tacho de barro) adicione o Azeite, o Louro, as Cebolas e os Alhos, deixe refogar em lume médio, quando estiver refogado adicione a Polpa de Tomate, o sal e deixe cozinhar uns minutos.

Acrescente em seguida o Frango mexendo bem para que todos os sabores se envolvam, deixe que o frango cozinhe lentamente, se necessário acrescente meio copo de água, quando o frango estiver mais ou menos a meio da cozedura acrescente o leite de coco (pode parecer que está muito liquido, mas nesta receita o molho é o mais saboroso), evite mexer com a colher de pau, simplesmente agite a panela para que o frango não se desfaça, deixe levantar fervura e deixe cozinhar uns cinco a sete minutos, agitando de quando em vez, acrescente as colheres Garam Masala, coentros frescos e a malagueta (opcional), volte a agitar bem a panela e deixe cozinhar mais uns minutos.

Se achar que está demasiado liquido, numa tijela à parte retire uma concha de caldo do tacho e desfaça uma colher de chá de Amido de Milho, acrescente depois ao frango e deixe a farinha cozinhar, (eu acrescentei a farinha para que o molho pudesse ficar mais cremoso, o Amido de Milho não vai alterar o sabor final).

Quando o frango estiver cozinhado, deixe repousar uns minutos e sirva com coentros frescos por cima, acompanhado com um Arroz basmati.

Et Voilà - Bon Appétit